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Vidros low-e (baixo emissivos): Fabricação e aplicações

Além do conforto associado à baixa transferência de calor, VIDROS LOW-E atuam como importante diferencial na redução do consumo de energia.

 

O que é vidro low-e?

 

Low-e é a abreviação do termo em inglês low emissivity, que traduzida para o português significa “baixa emissividade”.

 

A emissividade é uma característica do vidro quantificada através do fator UV; quanto menor este valor, menor será a transmissão de calor através do vidro, o contrário também ocorre, ou seja, quanto maior a emissividade de um vidro, maior a sua capacidade de trocar energia (calor) com o ambiente externo.

 

 

Entendendo o processo de fabricação do vidro low-e

 

 

Este vidro que recebe uma camada extrafina de metal de baixa emissividade em um de seus lados. Este vidro reflete o calor de volta para a fonte.

 

A deposição dessa camada de óxido pode ser feita utilizando-se dois processos.

 

O mais conhecido é o pirolítico (hard ­coat): a camada de óxido é pulverizada de forma contínua sobre o vidro durante o processo de fabricação do float.

 

A tecnologia a vácuo também pode ser utilizada para a fabricação do baixo emissivo. Nesse caso, a deposição do óxido é feita em câmara hermeticamente fechada, por meio de um bombardeio iônico.

 

Adaptado para o clima tropical, ganhou uma câmara de controle solar que também tem propriedades low-e quando exposta ao meio externo (ou seja, não pode estar em contato com o PVB), que, além de permitir a passagem de luz, possui propriedades refletivas.

(Fonte: Abravidro)

 

O vidro Low-e pode receber uma serigrafia com uma tinta condutiva que aquece a superfície do vidro evitando a condensação quando aplicado em refrigeradores.

 

Principais características do vidro low-e

 

O Vidro Low-e pode ser laminado, temperado, curvado, insulado e serigrafado.

 

IMPORTANTE – NÃO CONFUDA!

 

No Brasil e em países de clima quente, o low-e é muito usado em vidros de controle solar seletivos. Mas é importante não confundir a função de low-e com a função de alta seletividade. Às vezes as duas performances vão juntas, combinando controle solar com baixa emissividade. (Fonte: Vidro Impresso)

 

Benefícios do vidro low-e

 

VIDROS LOW-E ATUAL NA REDUÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA. 

 

Veja abaixo.

 

Uma das maiores vantagens do vidro Low-e é permitir a entrada de luz, com menor transferência de energia por condução, preservando a luminosidade desejada no ambiente interno e, principalmente, economizando custos com ar condicionado, sendo um investimento sustentável, visto que essa economia paga o valor do investimento no vidro especial.

 

Resumindo, este tipo de vidro deixa passar a luz natural, mas barra as radiações UV e UF, fazendo isso, o vidro low-e reduz a perca de calor através entre um ambiente e outro.

 

Revestimentos de controle solar de baixa emissividade minimizam a quantidade de luz ultravioleta e infravermelha capaz de passar através do vidro, sem afetar negativamente a quantidade de luz visível transmitida.

 

Eles também não influenciam a cor e a visibilidade do vidro de forma significativa. A explicação está na sua espessura: eles são microscopicamente finos – 500 vezes mais que um cabelo humano.

 

Segundo o Green Building Council Brasil, muitas edificações com certificação LEED que apresentaram o potencial de redução do consumo de energia entre 25% e 30% especificaram fachadas de vidro com aplicação do low-e. (Fonte: Vidro Impresso)

 

Para efeito ilustrativo, o vidro comum tem emissividade em torno de 0,39 W/m² (Watts por metro quadrado), enquanto Low-e apresenta até 0,03 W/m².

 

Quais as principais aplicações do vidro low-e?

 

No Brasil, os vidros low-e são mais demandados pelo segmento corporativo, por apresentarem custos que muitas vezes o segmento residencial não comporta. O vidro low-e de controle solar apresenta refletividade externa entre 8% e 10% e transmissão luminosa entre 70% e 80%.

 

Apesar de o low-e ainda ser mais usado em edifícios que buscam selos ambientais e melhora na eficiência das fachadas, a análise positiva do seu custo de implantação versus custo de operação tem levado o mercado a considerar sua aplicação como uma medida economicamente significativa a longo prazo.

 

  • Fachadas de Prédios
  • Coberturas de shoppings
  • Refrigeradores
  • Tetos solares de automóveis
  • Tetos de Vidro
  • Guarda-corpos
  • Escadas
  • Divisórias
  • Aquários
  • Piscinas